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Alimentos vermelhos na dieta de crianças e gestantes

Alimentos vermelhos na dieta de crianças e gestantes



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Os alimentos têm cores diferentes. Cada cor indica uma série de propriedades. Quanto mais colorido o prato, melhor, pois você estará consumindo mais fitonutrientes ou fitoquímicos. Que são? Substâncias de origem vegetal sem valor nutricional específico, mas cujo consumo, segundo as pesquisas mais recentes, representa um enorme benefício para a saúde.

Em particular, os mais de 25.000 fitonutrientes diferentes identificados até o momento podem ser agrupados em cinco categorias com base em sua cor e nas características dos benefícios aos quais estão associados. Hoje revisaremos os benefícios dos alimentos vermelhos.

Alimentos vermelhos têm os licopenos como os fitonutrientes mais conhecidos, embora existam outros menos conhecidos, como o ácido elágico. Incluídos neste grupo estão alimentos como tomate, framboesa, melancia, maçã e cranberries, rabanetes e, curiosamente, apesar de sua cor diferente, nozes.

- Antioxidantes: Todos esses alimentos possuem antioxidantes, ou seja, interrompem a ação dos radicais livres. Os radicais livres podem surgir como resultado do metabolismo celular, entre outras origens, e seu excesso ataca as membranas celulares e pode causar danos ao material genético da célula. Eles também são a causa do envelhecimento celular prematuro e aumentam o risco de doenças degenerativas e cardiovasculares e até de alguns tipos de câncer.

- Bom para os ossos: Os licopenos promovem a ossificação adequada, tão importante durante a gravidez, infância e adolescência. Ao atacar os radicais livres, os licopenos ajudam a manter o equilíbrio correto entre a perda e o ganho de massa óssea, ajudando os ossos a crescerem saudáveis ​​e fortes.

- Bom para a pele: Os licopenos também protegem a pele do sol, por um lado um aliado para a síntese da vitamina D e, por outro, um precursor de problemas como o câncer de pele ou melanomas. Especificamente, pesquisas recentes atribuem ao licopeno presente no tomate um aumento de cerca de 35% na proteção interna contra queimaduras solares. Nesse caso, o cozimento facilita a liberação do licopeno, triplicando sua disponibilidade em relação ao tomate cru. Além disso, por ser um composto lipossolúvel, sua combinação com o azeite facilita ainda mais o processo de absorção, ao mesmo tempo que proporciona ácidos graxos com inúmeros benefícios para o organismo.

O sol, em pequenas doses, favorece a síntese da vitamina D no organismo, responsável por manter o equilíbrio entre o cálcio e o fósforo no organismo, relacionado à resistência dos ossos, além de promover a absorção de minerais como ferro, zinco ou magnésio.

As crianças costumam ser um grupo de risco com alta possibilidade de deficiência de vitamina D, seja pelo uso excessivo de protetor solar ou por ter os membros cobertos para evitar o contato com o sol. O consumo de alimentos vermelhos que protegem internamente sua pele sensível da radiação ultravioleta solar pode ser benéfico, pois permitiria, nos momentos em que o sol é menos prejudicial, minimizar o uso de protetor solar e permitir que a própria pele sintetizasse este vitamina importante, em vez de ter que recorrer à administração de preparações farmacêuticas. Obviamente, é sempre necessário tomar cuidados extremos e escolher os horários mais favoráveis, aqueles em que o sol é mais ameno.

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